Lisboa, 28 de Julho de 2025“Prisão perpétua já.” “Castração química.” “Tolerância zero.”…
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Deus, Ventura e a Urna: radiografia da alianaça entre o Chega e os evangélicos
Num domingo em Setúbal, o culto começa com cânticos e orações. Minutos…
Deus, Ventura e o Voto: Como o Chega conquistou púlpitos evangélicos em Portugal
Num domingo em Setúbal, a homilia saiu do registo habitual. Entre cânticos…
O “Pai Político” do Racismo: Como o Chega Está a Redefinir o Que é Aceitável
Lisboa, 28 de Julho de 2025À mesa do jantar, nas filas dos…
Bruno Mascarenhas: cavalo de Troia da extrema-direita radical
Fontes Perguntar ao ChatGPT O Homem e o Partido Bruno Mascarenhas: o…
Quando o Ódio Vem de Cima: Como o Discurso Político do Chega Está a Moldar uma Geração
Lisboa, 28 de Julho de 2025Cresce em Portugal uma geração exposta, desde…
“Ecos nazificantes” na democracia portuguesa? O caso do CHEGA sob escrutínio histórico
O termo “ecos nazificantes” designa fenómenos políticos contemporâneos que, sem se assumirem abertamente como herdeiros do nazismo ou fascismo, reproduzem elementos estruturais dessas ideologias: desumanização do “outro”, culto da autoridade, apelo ao ressentimento nacional e recurso sistemático à manipulação simbólica. Em regimes democráticos, estes ecos surgem travestidos de discurso legalista, patriótico ou anti-establishment, disfarçando a vocação autoritária com roupagens eleitorais. Portugal não está imune. O crescimento do CHEGA — partido liderado por André Ventura — impõe uma reflexão crítica sobre a persistência e adaptação de retóricas que evocam, ainda que com disfarces, o passado mais sombrio da Europa do século XX.
Infância em Risco: Como a Escola Está a Reagir ao Crescimento da Intolerância
Lisboa, 28 de Julho de 2025A sala de aula, outrora refúgio de…
Make Europe Great Again? A Nova Internacional Reacionária
De Budapeste a Mar-a-Lago, passando por Paris, Varsóvia ou Roma, uma teia de alianças une líderes iliberais e populistas num projeto transnacional que visa desconstruir a ordem liberal internacional. Sob o lema implícito de “Make Europe Great Again”, figuras como Viktor Orbán, Marine Le Pen, Giorgia Meloni e Donald Trump articulam uma narrativa comum: soberania, tradição, identidade. Mas que Europa emerge deste conluio?
Diz que é não, mas é sim: Montenegro já governa com o Chega – e não quer que saibas
“O Pacto Invisível”: Como Montenegro Está a Redesenhar o Jogo Político em…