Jerusalém, assentamentos e silêncios: o veto como política de Estado

Nova Iorque / Ramallah / Telavive, 27 de Julho de 2025 –…

Ditadura e PREC não são a mesma coisa — porquê

Na mesma sala onde se aprovam leis, na Assembleia da República, André…

Presos políticos: a frase de Ventura e o que está mesmo em disputa

Na sessão solene dos 50 anos da Constituição, no Palácio de São…

PERFIL DE ANDRÉ VENTURA:

1. Messianismo de Salvação Única O sujeito opera num registo de omnipotência…

Portugal e Irão: as Lajes viram o espelho incómodo da divergência europeia

Na guerra contra o Irão, há uma comparação que, em Lisboa, corta…

Habitação por região em Portugal: onde é mais caro comprar e arrendar

O acesso à habitação em Portugal varia drasticamente consoante a região. O…

Terapias de conversão: porque não funcionam e que danos causam

A ideia vende-se há décadas com um verniz de “tratamento”: se alguém…

Regeneração democrática na Hungria: a derrota de Orbán abre a porta — mas não devolve, por magia, uma democracia liberal

No domingo, 12 de abril de 2026, Viktor Orbán perdeu o poder…

Terapias de conversão em Portugal: o que é crime desde 2024

Desde 1 de março de 2024, a lei portuguesa passou a punir…

Gentrificação em Portugal: quem saiu dos centros e para onde foi

Nos últimos quinze anos, vários centros urbanos portugueses mudaram de rosto. Ruas…

A rádio antes de 1974: canções proibidas, noticiários falsos e escutas atentas

Para milhões de portugueses, a rádio era, até ao 25 de Abril de 1974, mais do que um electrodoméstico. Era um espelho deformado da realidade e, em alguns casos, uma janela entreaberta para o mundo exterior. Sob o Estado Novo, a emissão sonora era um território fértil de propaganda, censura e resistência. A voz que saía do aparelho podia trazer conforto — ou controlo. Dependia da frequência.