Israel nega fome em Gaza: embaixador em Portugal gera polémica com declarações negacionistas

Lisboa, 30 jul 2025 – As declarações do embaixador de Israel em…

Jerusalém, assentamentos e silêncios: o veto como política de Estado

Nova Iorque / Ramallah / Telavive, 27 de Julho de 2025 –…

Sul Global vs. Ocidente: Gaza e o ponto de viragem da ordem mundial

A guerra em Gaza não destrói apenas edifícios — está a reconfigurar…

“Economia do Genocídio: As Empresas por Trás da Guerra em Gaza”

A guerra precisa de armas — mas também de software, dados, logística, investimento, vigilância, construção, telecomunicações, cloud computing. O relatório da relatora especial da ONU, Francesca Albanese, publicado em Março de 2025, vai mais longe do que qualquer outro documento oficial: descreve, em detalhe, uma teia económica que sustenta a campanha militar israelita contra Gaza. Um sistema que mistura empresas de defesa, gigantes tecnológicas e construtoras civis — todas elas, segundo Albanese, beneficiárias ou facilitadoras de um contexto de apartheid e genocídio.

“Portugal Tem Algo a Dizer? O Silêncio dos Pequenos Estados nas Guerras da ONU”

Na arena das Nações Unidas, a palavra de um Estado pode ser poderosa — mesmo quando o Estado é pequeno. A História comprova: foram países como a Noruega, a Costa Rica ou Portugal que, em momentos decisivos, travaram avanços autoritários, propuseram tratados inovadores ou defenderam os mais frágeis. Mas no actual cenário do conflito em Gaza, e diante das sanções impostas pelos EUA à relatora da ONU Francesca Albanese, Portugal escolheu o silêncio.

Justiça Adiada: O Julgamento Inacabado da PIDE

Lisboa, Julho de 2025. Passaram 51 anos desde o 25 de Abril, mas o julgamento da máquina repressiva do Estado Novo continua por concluir. Os agentes da PIDE — a polícia política responsável por prisões arbitrárias, tortura sistemática, vigilância constante e, em vários casos, assassinatos políticos — nunca enfrentaram um verdadeiro processo de justiça penal. Entre arquivos queimados, leis ambíguas e amnistias apressadas, a democracia portuguesa construiu-se sobre uma ferida aberta: a da impunidade.

Cessar-fogo e reconhecimento da Palestina: a mobilização civil portuguesa perante o genocídio em Gaza

O grito ecoa nas ruas de Lisboa, no Porto, em Coimbra e…

Sionismo: Da Promessa à Expulsão — Uma História de Redenção e Tragédia

I. Introdução: a ferida aberta do século XX É um dos conflitos…

Grupo de Haia desafia Ocidente e propõe novo multilateralismo

Bogotá, 28 jul 2025 – Um novo eixo político-jurídico está a emergir…

Trabalho XXI: Flexibilização horária ameaça direitos das mães trabalhadoras

Propostas do novo Código do Trabalho podem agravar desigualdades de género e…