14 contra 1: O isolamento diplomático dos EUA na ONU

Nova Iorque, 27 de Julho de 2025 – A imagem repete‑se com…

Empresas Portuguesas com Ligações a Israel: Há Riscos de Cumplicidade?

A guerra em Gaza não é apenas uma tragédia humanitária. É também um terreno fértil para o escrutínio das ligações económicas globais, sobretudo quando essas ligações envolvem Estados ou empresas acusadas de crimes de guerra ou genocídio. No centro desse escrutínio está o relatório de Francesca Albanese, relatora especial da ONU, que nomeia dezenas de empresas ocidentais — incluindo tecnológicas, de armamento e de logística — como “facilitadoras da ocupação e da violência sistémica nos territórios palestinianos”.

Quando a Crítica se Torna Crime: A Nova Guerra Contra os Direitos Humanos

Em Março de 2025, a relatora especial da ONU para os Territórios Palestinianos Ocupados, Francesca Albanese, foi sancionada pelos Estados Unidos. O motivo formal? “Demonizar Israel e dar cobertura ao terrorismo”. O motivo real? Ter qualificado de genocídio as acções militares israelitas em Gaza, sustentando a acusação com provas periciais, padrões legais e dados verificados.

Portugal e Gaza: fundos, votos e negócios – radiografia da coerência

O Governo português gaba-se de estar “do lado certo da História” no conflito israelo-palestiniano. No papel, há 20 milhões de euros prometidos a Gaza em menos de 18 meses, sucessivos votos a favor do cessar-fogo nas Nações Unidas e até a remoção de uma bandeira nacional de um navio carregado de explosivos para Israel. Mas basta espreitar as estatísticas das exportações militares – 1,07 M€ em munições e granadas enviados para Telavive desde Outubro de 2023 – para perceber que o discurso humanitário bate de frente com a prática comercial. Afinal, quantos euros entram em Gaza e quantos projécteis saem de Portugal?

Fome em Gaza: o cerco que mata lentamente dia após dia

Gaza, Junho 2025 — Sob um bloqueio que impede a entrada de seis em cada dez camiões de géneros básicos, 66 crianças já morreram de desnutrição e 18 741 foram hospitalizadas por malnutrição aguda desde Janeiro. O número, confirmado por UNICEF e OCHA, revela uma crise que alastra como pólvora num território onde o pão é tão raro como a electricidade.

O Poder do Veto – uma análise de 20 anos dos vetos dos EUA no Conselho de Segurança

Infográfico: Vetos dos EUA na ONU sobre a Palestina O Poder do…

Dois Estados em coma: a inviabilidade da solução clássica e as alternativas possíveis

O projecto de criar um Estado palestiniano ao lado de Israel foi,…