Veto letal: o Conselho de Segurança está obsoleto?

Desde a fundação da ONU em 1945, cinco países — Estados Unidos,…

O Genocídio Documentado: Os Dados que Sustentam a Acusação Contra Israel

REPORTAGEM GRÁFICA EM TEXTO Keyphrase: genocídio em números Por [Nome do jornalista]…

Gaza ! Opinião sem Facto: Quando os Comentadores Sobrepõem-se à Realidade

A guerra na sala de estar Numa noite de outubro, poucos dias…

Gaza: Manifesto à Comunicação Social

🟥 Manifesto à Comunicação SocialNegar a realidade é desinformar: a ONU não…

“Direitos Humanos vs. Soberania: Quem Ganha Esta Guerra Jurídica?”

Durante décadas, o direito internacional foi apresentado como a grande conquista moral do pós-guerra. A criação da ONU, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, os tribunais de Nuremberga, o Estatuto de Roma: tudo parecia apontar para um mundo onde a justiça não se curvava à força. Mas os últimos meses — e o caso de Francesca Albanese — lançam uma sombra inquietante sobre esse ideal.

“Quem Tem Medo de Francesca Albanese?”

Quando Francesca Albanese entrou na sala do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, a 25 de Março de 2025, trazia consigo mais do que um dossiê jurídico: trazia a acusação mais grave que um funcionário das Nações Unidas alguma vez fez a um Estado membro activo e apoiado por potências ocidentais.

Arquivos Queimados, Justiça Esquecida: O Que Ficou Por Julgar na Transição Portuguesa

“Parte dos documentos foi destruída. Outras pastas estão incompletas. Não se conseguiu apurar mais.” Com esta justificação lacónica encerraram-se dezenas de inquéritos e pedidos de investigação sobre os crimes da PIDE/DGS após o 25 de Abril de 1974. O desaparecimento de documentação crucial, a ausência de um processo judicial robusto e a inação política permitiram que centenas de agentes e colaboradores da polícia política escapassem a qualquer forma de responsabilização. A democracia chegou, mas a verdade não. Nem a justiça.

Cúpula de Bogotá adopta seis medidas contra a impunidade internacional

Bogotá, 28 jul 2025 – A Cúpula de Bogotá terminou com a…

Fim de semana deixa de ser tempo de família para milhares de pais com nova proposta laboral

Revisão do Código do Trabalho pode obrigar pais com filhos menores a…

“Ecos nazificantes” na democracia portuguesa? O caso do CHEGA sob escrutínio histórico

O termo “ecos nazificantes” designa fenómenos políticos contemporâneos que, sem se assumirem abertamente como herdeiros do nazismo ou fascismo, reproduzem elementos estruturais dessas ideologias: desumanização do “outro”, culto da autoridade, apelo ao ressentimento nacional e recurso sistemático à manipulação simbólica. Em regimes democráticos, estes ecos surgem travestidos de discurso legalista, patriótico ou anti-establishment, disfarçando a vocação autoritária com roupagens eleitorais. Portugal não está imune. O crescimento do CHEGA — partido liderado por André Ventura — impõe uma reflexão crítica sobre a persistência e adaptação de retóricas que evocam, ainda que com disfarces, o passado mais sombrio da Europa do século XX.