Chega, corrupção e populismo: o combustível tóxico que ameaça incendiar as eleições portuguesas

O partido Chega ergueu-se como profeta anticorrupção e conquistou votos à boleia de escândalos que envergonham governos de esquerda e de direita. Mas até que ponto a narrativa “todos roubam, só nós limpamos” assenta em factos? E como se converteu num megafone de desinformação que empurra o debate democrático para o abismo?
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