Cronologia captura Maduro: o que aconteceu em Caracas em poucas horas

Entre as 2h00 e as 4h30 da madrugada de 3 de janeiro…

Reforma judicial Israel: como Netanyahu destruiu a sua defesa no Tribunal Penal Internacional

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Panamá 1989 vs Venezuela 2026: o que a captura de Noriega ensina sobre a “extração” de Maduro

Em dezembro de 1989, os EUA invadiram o Panamá para derrubar e…

Doutrina Ker-Frisbie: “rapto” pode não travar julgamento nos EUA

No dossiê sobre a operação Absolute Resolve, há um detalhe que parece…

Imunidade de chefe de Estado: Maduro podia ser preso assim?

Na manhã seguinte à operação Absolute Resolve, enquanto imagens da captura de…

Cartas abertas, telefones vigiados e informadores em todo o lado: o quotidiano da suspeita

Durante décadas, os portugueses viveram num país onde cada palavra podia ser vigiada, cada gesto interpretado, cada silêncio mal compreendido. Sob o Estado Novo, a vigilância era uma teia apertada que não se via, mas sentia-se em cada canto: nas conversas murmuradas, nas cartas lidas antes de chegarem ao destinatário, no clique estranho ao telefone que denunciava uma escuta. A repressão, embora nem sempre visível, era permanente e psicológica. E isso bastava para domesticar a maioria.

Mandado criminal vs guerra: quando a “aplicação da lei” vira uso da força

Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos lançaram…

Capturas unilaterais de líderes: e se isto virar moda?

Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, os EUA executaram a…