Na ditadura portuguesa, escrever era um acto de coragem. Escrever como mulher, ainda mais.
Num tempo em que a palavra era vigiada e o pensamento patrulhado, houve mulheres que resistiram com a caneta, com a máquina de escrever e com o corpo. Pagaram o preço da ousadia: vigilância, censura, prisão, exílio e silenciamento histórico.
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literatura de resistência
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