De Budapeste a Mar-a-Lago, passando por Paris, Varsóvia ou Roma, uma teia de alianças une líderes iliberais e populistas num projeto transnacional que visa desconstruir a ordem liberal internacional. Sob o lema implícito de “Make Europe Great Again”, figuras como Viktor Orbán, Marine Le Pen, Giorgia Meloni e Donald Trump articulam uma narrativa comum: soberania, tradição, identidade. Mas que Europa emerge deste conluio?
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Diz que é não, mas é sim: Montenegro já governa com o Chega – e não quer que saibas
“O Pacto Invisível”: Como Montenegro Está a Redesenhar o Jogo Político em…
Rita Matias: A nova cara da velha intolerância
Lisboa, 21 jul 2025 – Tem 26 anos, rosto sereno, discurso fluente…
Patriotas ou Predadores? O Plano da Direita Radical para Desfigurar a Europa
Com o surgimento do grupo Patriotas pela Europa (PfE), a extrema-direita europeia consolida um novo centro de gravidade político. Sob a liderança de Viktor Orbán, Jordan Bardella e partidos como o Chega, esta coligação visa remodelar o projeto europeu a partir de valores iliberais. Qual é o plano? Quem são os protagonistas? E que Europa pretendem?
Fé em Rutura: Quando Deus Não Cabe no Palanque
Religião e extrema-direita: o confronto inevitável entre o acolhimento e a exclusão.…
Católicos Contra o Medo: Como a Fé Está a Vacinar Portugal Contra o Ódio
Movimentos paroquiais, catequistas e grupos de jovens levam o Evangelho às periferias…
Sociedade civil resiste ao ódio: movimentos humanistas contra-atacam radicalização na europa
De Lisboa a Varsóvia, crescem iniciativas locais que promovem empatia, justiça social e reconstrução comunitária — “A ética também é uma força política”, dizem activistas.
A Máquina do Ódio: Como o Discurso Radical Contamina o Debate Nacional
Numa altura em que o ruído digital supera o debate informado, o Chega ergue-se como uma das principais forças a manipular a esfera pública portuguesa com uma estratégia concertada de retórica desumanizante, populismo emocional e disseminação sistemática de desinformação. Este artigo propõe-se investigar, com base em dados empíricos e análise discursiva, o modus operandi da extrema-direita portuguesa na conquista da agenda mediática.
O Parlamento Tóxico: Quando a Democracia Entra em Curto-Circuito
Na Assembleia da República, a palavra devia ser instrumento de representação e debate. Hoje, cada vez mais, tornou-se arma. A polarização verbalizada, a teatralização do insulto e o confronto como estratégia política transformaram o parlamento num palco tóxico, onde a democracia se debate com a degradação da sua própria linguagem.
E Se o Humanismo Fosse Voto?
Numa era dominada por discursos de medo, exclusão e violência simbólica, o humanismo parece ter sido relegado para as margens do debate político. A ascensão da extrema-direita em Portugal, com o Chega à cabeça, trouxe para o centro da arena pública uma retórica baseada na punição, na pureza nacional e na suspeição do outro. Mas e se, por uma vez, pensássemos o contrário? E se o humanismo deixasse de ser apenas um princípio ético ou um ideal filosófico e se tornasse um programa político? Um voto.