Rui Afonso e o preço das quotas: como a Distrital do Porto foi capturada por neonazis

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Operação Irmandade: como um vazio ministerial expôs a infiltração neonazi em Portugal

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Como ensinar “literacia da desinformação” sem dar ideias

Há um dilema real para pais e professores: se falamos de desinformação,…

“E eu com isso?”: o impacto da desinformação no teu dia-a-dia (em Portugal)

A desinformação pode parecer um tema “de política” ou “da internet”. Mas…

Guia definitivo de verificação: texto, imagem, vídeo e áudio

A regra de ouro de 2026 é simples: desconfia da urgência. A…

Pide: Porque é que tantos portugueses fingiam que nada acontecia?

“Não se falava disso.” Esta frase, repetida à exaustão por quem viveu sob o Estado Novo, não é apenas uma constatação — é um código. Durante quase meio século de ditadura, o silêncio tornou-se uma forma de defesa e, em muitos casos, de sobrevivência. Mas por que razão tantos portugueses, confrontados com a censura, a repressão e os abusos da PIDE, escolheram o fingimento? Que dinâmicas sociais, culturais e psicológicas sustentaram esse manto de normalidade aparente?