A estética do fascismo no século XXI: símbolos e imagens ao serviço da extrema-direita

O que une um discurso inflamado com um emoji irónico? Ou uma saudação nacionalista com uma imagem filtrada nas redes sociais? No universo político contemporâneo, a estética deixou de ser mero adorno. Torna-se linguagem, ferramenta e arma. E na extrema-direita — particularmente entre os grupos com afinidades fascistas — o uso de símbolos, rituais e imagéticas ressignificadas é parte central da estratégia de mobilização e de normalização do radicalismo.

TRIBUNAL CONSTITUCIONAL VS. GOVERNO: UM CHOQUE DE PODERES EM NOME DA CONSTITUIÇÃO

Lisboa, 08 ago 2025 — A decisão do Tribunal Constitucional (TC) de…

IMIGRAÇÃO EM SUSPENSO: O QUE MUDA (E O QUE SE MANTÉM) DEPOIS DO CHUMBO DA LEI DOS ESTRANGEIROS

Lisboa, 08 ago 2025 — O chumbo do Decreto-Lei n.º 4/2024 pelo…

As Empresas do Genocídio: A Rede Global de Lucro com a Ocupação da Palestina

O mais recente relatório da ONU, intitulado “From economy of occupation to economy of genocide”, revela uma engrenagem empresarial de escala global que sustenta e lucra com a ocupação israelita da Palestina, especialmente com os ataques a Gaza. A economia da ocupação transformou-se numa economia do extermínio — e algumas das maiores empresas do mundo estão no centro desta metamorfose.

Entre a convicção e a campanha: onde acaba a opinião e começa a propaganda?

Lisboa, 2 de Agosto de 2025 — “Do lado da democracia israelita,…

Médicos Sem Fronteiras exige desmilitarização urgente da ajuda humanitária em Gaza

Gaza, 7 de agosto de 2025 A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF)…

A PIDE no Cinema: Como o Audiovisual Contou (ou Escondeu) a Repressão

Durante décadas, a presença da PIDE no cinema português foi marcada pelo silêncio, pela caricatura ou pela omissão calculada. Apesar de ter sido o principal instrumento de repressão da ditadura salazarista, a PIDE — Polícia Internacional e de Defesa do Estado — raramente foi retratada em profundidade nas grandes produções cinematográficas. Quando apareceu, foi muitas vezes de forma simbólica, indirecta ou estilizada, evitando o confronto cru com a tortura, a violência e a impunidade que marcaram a sua história real.

Jenin: infância entre ruínas após 43 % do campo destruído

Três crianças relatam como a demolição de quase metade do Campo de…