A estética do fascismo no século XXI: símbolos e imagens ao serviço da extrema-direita
O que une um discurso inflamado com um emoji irónico? Ou uma saudação nacionalista com uma imagem filtrada nas redes sociais? No universo político contemporâneo, a estética deixou de ser mero adorno. Torna-se linguagem, ferramenta e arma. E na extrema-direita — particularmente entre os grupos com afinidades fascistas — o uso de símbolos, rituais e imagéticas ressignificadas é parte central da estratégia de mobilização e de normalização do radicalismo.