Censura terceirizada: quando governos controlam as redes sociais

Por trás da aparente neutralidade das redes sociais, existe um sistema discreto…

Influencers da resistência: quem são os rostos por trás do #FreePalestine

No TikTok, no Instagram e até no X, uma nova geração de…

O apagão informativo: quando as redes sociais desaparecem no meio da guerra

Em zonas de conflito, a batalha pelo controlo da informação não se…

A Voz da Rua: Gritar Contra a PIDE Antes do 25 de Abril

Antes do 25 de Abril, o grito de liberdade não ecoava nas praças — sussurrava-se em escadas de prédios, passava de mão em mão em panfletos e explodia esporadicamente em manifestações duramente reprimidas. Nas ruas de Lisboa, Porto, Coimbra, Setúbal ou Barreiro, milhares de portugueses arriscaram-se, década após década, a desafiar a omnipresente ameaça da PIDE, mesmo sabendo que podiam ser presos, espancados ou simplesmente desaparecer.

A Batalha Invisível: Como as Redes Sociais Tratam a Narrativa Pró-Palestina

Entre fevereiro e agosto de 2025, as redes sociais mais influentes do…

Start-Up de Vigilância: Como o Vale do Silício Alimenta o Apartheid Digital em Gaza

Gaza, hoje, é mais do que uma zona de guerra: é um laboratório distópico de vigilância massiva, onde a tecnologia da Big Tech serve de espinha dorsal a uma arquitectura de controlo racial e militar. O relatório das Nações Unidas From economy of occupation to economy of genocide denuncia de forma inequívoca a cumplicidade de empresas como Google, Amazon, Microsoft e Palantir num sistema que ultrapassa largamente os limites da ética tecnológica. Em vez de promoverem a conectividade e o progresso, estas corporações alimentam um modelo de apartheid digital.

O Autoritarismo à Portuguesa: Porque Salazar Preferiu o Excecionalismo Calmo

Carl Schmitt via o estado de exceção como momento decisivo em que…

PIDE 2.0? O Que a Repressão de Ontem Ensina Sobre a Vigilância de Hoje

A PIDE não desapareceu. Transformou-se. Não sobrou intacta como instituição, mas o seu método — vigiar, infiltrar, manipular, silenciar — ganhou novas formas nas democracias digitais do século XXI. Neste artigo, cruzamos os métodos clássicos da repressão do Estado Novo com as tecnologias de controlo contemporâneo — da vigilância digital aos algoritmos de monitorização social — para perguntar, sem nostalgia nem alarmismo: estamos a construir um novo modelo de repressão, apenas mais subtil e mais eficaz?

Ein Samiya — ataque à água deixa 100 000 palestinianos sem abastecimento

Colonos israelitas sabotaram poços e condutas que abastecem vinte aldeias de Ramallah.…

Criminalizar a Extrema-Direita: Urgência democrática ou censura?

De cada vez que uma figura pública defende a criminalização da extrema-direita em Portugal, irrompe o mesmo debate: até onde pode o Estado ir para se proteger sem violar os princípios da liberdade? A questão divide juristas, inquieta ativistas e obriga o país a confrontar os limites da sua própria democracia.