Portugal entre silênço e expectativa após convite do Grupo de Haia

Lisboa, 29 jul 2025 – O governo português recebeu um convite formal…

Portugal vs países nórdicos: quem cuida melhor das famílias?

Flexibilidade horária, licenças parentais e apoio social: o que distingue o modelo…

Rússia – Israel: Dois Pesos, Duas Medidas?

Infográfico: Comparativo das Respostas Internacionais a Rússia e Israel Dois Pesos, Duas…

O Abismo Moral: por que o mundo falha em Gaza?

O colapso em Gaza expôs uma falência ética global. Apesar de mais…

Helena Ferro Gouveia: Comentário ou Militância? A polémica em torno da voz mais pró-Israel da televisão portuguesa

Lisboa, 2 de Agosto de 2025 — Figura habitual no comentário político…

Desinformação Gaza: declarações de comentadora da CNN Portugal geram críticas por minimizar vítimas civis

As declarações públicas de Helena Ferro Gouveia, comentadora residente da CNN Portugal,…

Silêncio Ruidoso: Como o Governo de Israel Tenta Silenciar as ONGs que o Acusam

REPORTAGEM INVESTIGATIVA Keyphrase: repressão ONGs Israel Por [Nome do jornalista] JERUSALÉM, 28…

“Como Desinvestir de Um Genocídio: Um Guia Para Cidadãos e Organizações”

O que é ser cúmplice de um crime, quando esse crime é cometido a milhares de quilómetros de distância? Quando não se segura uma arma, não se redige uma ordem, não se aperta um gatilho? Para Francesca Albanese, relatora especial da ONU para os Territórios Palestinianos Ocupados, a resposta é clara: a cumplicidade é uma questão de estruturas — e de escolhas.

O Preço de Ser Voz dos Silenciados: A Vida de Albanese Sob Pressão

Acorda cedo, todos os dias. Evita rotinas previsíveis, muda frequentemente os percursos. Evita chamadas longas, mesmo com colegas de confiança. Há meses que não dorme uma noite inteira. Desde que os Estados Unidos anunciaram sanções pessoais contra si, Francesca Albanese vive sob um regime invisível de pressão constante.

Portugal e a Palestina: silêncio estratégico ou cumplicidade diplomática?

O reconhecimento do Estado da Palestina por parte de Portugal continua suspenso numa equação delicada entre “pragmatismo principiado” e cautela diplomática. Desde 1999 que o Parlamento aprova moções a favor da causa palestiniana, mas o Governo, independentemente da cor política, persiste em adiar o passo decisivo.