Imigrantes evangélicos votam contra si próprios? O paradoxo da imigração e o Chega

Maria chegou do Brasil há dez anos e nunca escondeu a sua…

Paróquias, bispos e fiéis: quem fala — e quem se cala — perante a xenofobia

Entre o silêncio e a denúncia, a Igreja Católica em Portugal vive um dilema: como reagir quando o discurso político e social contra migrantes e minorias se torna cada vez mais audível? Nos últimos três anos, as mensagens vindas de Roma têm sido claras, mas a sua tradução no território português está longe de ser uniforme.

Genocídio Mediático? O Que Diz o Direito Internacional Sobre o Alvo em Jornalistas

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A Batalha pela Memória: Extrema-direita manipula o passado para moldar o futuro

Movimentos de extrema-direita, da Europa ao Brasil, estão a recorrer à distorção…

Portugal Pode Ignorar Gaza? A Responsabilidade dos Estados Parte do TPI

O Tribunal Penal Internacional (TPI) emitiu, em maio de 2025, mandados de…

Quem cala, consente? O que perde Portugal ao não reconhecer a Palestina

Quando, a 28 de maio, Espanha, Irlanda e Noruega reconheceram oficialmente o Estado da Palestina, os corredores diplomáticos de Lisboa permaneceram em silêncio. Apesar das moções reiteradas na Assembleia da República, do apoio da maioria da população e da retórica constante sobre os “direitos legítimos do povo palestiniano”, Portugal optou, mais uma vez, por não se juntar ao gesto. A decisão, ou a ausência dela, começa a ter custos.

O Fascismo Que Sobreviveu: O Legado Económico do Estado Novo Ainda Está Entre Nós?

Quase meio século após a Revolução de Abril, Portugal é formalmente uma democracia consolidada. Mas nas entrelinhas da sua arquitectura económica persistem traços do passado autoritário. Poderá o modelo corporativista e centralizador do Estado Novo ter deixado marcas invisíveis — e eficazes — que ainda hoje influenciam a forma como produzimos, distribuímos e governamos a economia?

Quem paga a máquina? Financiamento, doadores e propaganda digital

Por trás dos comícios cheios, das campanhas nas redes sociais e da presença constante na agenda mediática, está uma estrutura financiada por donativos, subvenções públicas e investimento em comunicação digital. O Chega, tal como os restantes partidos, está obrigado a reportar as suas contas à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP), sob supervisão do Tribunal Constitucional. Mas o exame dos números e das práticas revela zonas cinzentas.

As Vozes Que Restam: As Plataformas Alternativas Que Estão a Contar a Verdade Sobre Gaza

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A Torre Mushtaha e o Apagamento de Gaza: Por que a destruição não é guerra, mas genocídio

A destruição da Torre Mushtaha, a segunda maior de Gaza, não foi…