Fact-checking 2.0: as novas armas portuguesas contra o tsunami de falsidades

Portugal passou de país periférico a laboratório europeu de desinformação. Em cada ciclo eleitoral surgem vídeos deepfake, memes venenosos e estatísticas inventadas que se espalham num sopro. A primeira vaga de verificadores já não chega para conter a maré. Está a emergir, contudo, uma geração de ferramentas – e de alianças – que promete elevar o combate a outro nível. Conseguirão estas “armas inteligentes” proteger a esfera pública antes que a confiança social colapse?
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