Israel, EUA e Rússia: ataques preventivos, doutrinas militares e impunidade estratégica

Desde a Guerra dos Seis Dias até à recente Operação Rising Lion, Israel consolidou uma doutrina de ataques preventivos, sob a alegação de defesa nacional face a ameaças existenciais. Este modelo, ainda que envolto em polémica e frequentemente criticado por organismos internacionais, encontra paralelos noutros teatros de conflito — nomeadamente nas operações especiais levadas a cabo pelos Estados Unidos e pela Federação Russa.
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