Ataque à flotilha: e agora, Paulo Rangel?

O incidente de 9 de setembro no porto tunisino de Sidi Bou…

Espanha desafia Israel: A rebelião diplomática que redesenha o Médio Oriente

A decisão de Espanha em reconhecer o Estado Palestiniano e sancionar Israel…

Quando a Política Vira Espetáculo: O Chega nas Redes Sociais

Lisboa — Na era da política digital, o Chega transformou as redes…

Elevador da Glória: a responsabilidade que Carlos Moedas não pode sacudir

Um acidente com mortos e feridos nunca é apenas uma fatalidade técnica.…

Reconstruir Gaza: Quem Vai Pagar a Fatura da Devastacao?

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Revisionismo histórico e extrema-direita: a manipulação do passado como arma política

Pode a história ser reescrita ao gosto do presente? Para a extrema-direita contemporânea, a resposta é afirmativa — e fundamental. O revisionismo histórico não é apenas uma ferramenta de interpretação divergente; é um acto político deliberado. Reinterpretar, omitir ou distorcer episódios do passado tornou-se uma estratégia central na construção de legitimidade para projectos autoritários. Em causa não está apenas a memória dos factos, mas a moldagem da identidade colectiva e a redefinição do que é aceitável no espaço público.

Xenofobia Não É Opinião: Casos reais que desafiaram os tribunais

Foram insultadas, ameaçadas, espancadas, despedidas ou perseguidas por causa da cor da pele, do sotaque, da religião. Muitas apresentaram queixa. Poucas viram justiça. Em Portugal, o racismo e a xenofobia continuam a ser encarados, em muitos tribunais, como “opiniões infelizes” ou “excessos de linguagem”. O resultado? Uma sensação de impunidade e um ciclo contínuo de vitimização.

As Doze Caixas que o Estado Esqueceu: A Verdade Silenciada da PIDE em Moçambique

Durante quase meio século, uma parte crucial da história colonial portuguesa permaneceu trancada, esquecida num canto da Torre do Tombo. Doze caixas, rotuladas com a sigla temida da polícia política – PIDE/DGS – e contendo documentação original sobre a repressão em Moçambique, emergiram do silêncio graças ao trabalho persistente de um arquivista. Revelam crimes, omissões e, sobretudo, a profunda resistência institucional portuguesa à verdade sobre o seu passado colonial.

Jornalistas Alvo: Como a Morte de Colegas Está a Transformar a Profissão em Gaza

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Porto: 20 mil casas vazias e 3 mil famílias sem tecto

No Porto, há mais casas vazias do que famílias à espera de um tecto. Dados apurados indicam que o município tem perto de 20 mil imóveis devolutos, enquanto mais de 3 mil agregados familiares permanecem em lista de espera por uma habitação social ou arrendamento acessível. A matemática é cruel: por cada família em carência habitacional, existem quase sete habitações por ocupar.