O Mapa Corporativo da Ocupação – Quem Lucra com o Genocídio em Gaza

Há uma geografia invisível que desenha a ocupação da Palestina: não é feita de muros, mas de sedes corporativas. Do Texas a Tóquio, de Paris a Telavive, milhares de quilómetros se unem através de contratos, investimentos e cadeias de fornecimento. Esta rede, exposta no relatório da ONU From economy of occupation to economy of genocide, revela o verdadeiro mapa do poder: o mapa das empresas que lucram com o genocídio em Gaza.
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As Empresas do Genocídio: A Rede Global de Lucro com a Ocupação da Palestina

O mais recente relatório da ONU, intitulado “From economy of occupation to economy of genocide”, revela uma engrenagem empresarial de escala global que sustenta e lucra com a ocupação israelita da Palestina, especialmente com os ataques a Gaza. A economia da ocupação transformou-se numa economia do extermínio — e algumas das maiores empresas do mundo estão no centro desta metamorfose.
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“Como Desinvestir de Um Genocídio: Um Guia Para Cidadãos e Organizações”

O que é ser cúmplice de um crime, quando esse crime é cometido a milhares de quilómetros de distância? Quando não se segura uma arma, não se redige uma ordem, não se aperta um gatilho? Para Francesca Albanese, relatora especial da ONU para os Territórios Palestinianos Ocupados, a resposta é clara: a cumplicidade é uma questão de estruturas — e de escolhas.
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Empresas Portuguesas com Ligações a Israel: Há Riscos de Cumplicidade?

A guerra em Gaza não é apenas uma tragédia humanitária. É também um terreno fértil para o escrutínio das ligações económicas globais, sobretudo quando essas ligações envolvem Estados ou empresas acusadas de crimes de guerra ou genocídio. No centro desse escrutínio está o relatório de Francesca Albanese, relatora especial da ONU, que nomeia dezenas de empresas ocidentais — incluindo tecnológicas, de armamento e de logística — como “facilitadoras da ocupação e da violência sistémica nos territórios palestinianos”.
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