O Mapa Corporativo da Ocupação – Quem Lucra com o Genocídio em Gaza

Há uma geografia invisível que desenha a ocupação da Palestina: não é feita de muros, mas de sedes corporativas. Do Texas a Tóquio, de Paris a Telavive, milhares de quilómetros se unem através de contratos, investimentos e cadeias de fornecimento. Esta rede, exposta no relatório da ONU From economy of occupation to economy of genocide, revela o verdadeiro mapa do poder: o mapa das empresas que lucram com o genocídio em Gaza.
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Economia de Ocupação – O Negócio Estrutural do Genocídio em Gaza

Gaza não é apenas um território sitiado. É o epicentro de uma engrenagem económica internacional que transforma morte e destruição em oportunidade comercial. O novo relatório das Nações Unidas, From economy of occupation to economy of genocide, apresenta provas avassaladoras de como a ocupação israelita da Palestina, e em particular a ofensiva militar em Gaza desde 2023, não é um esforço meramente ideológico ou estratégico – é uma economia sistemática e organizada.
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Artigo 5: O Apartheid dos Dados – Como o Vale do Silício Alimenta a Repressão Biotecnológica em Gaza

Em Gaza, os algoritmos matam em silêncio. Cada rosto digitalizado, cada padrão de movimento analisado, cada clique monitorizado pode transformar-se em sentença. A revolução tecnológica, anunciada como promessa de progresso, converteu-se na mais eficaz ferramenta de dominação. No centro deste novo regime de controlo, estão empresas como Google, Amazon, Microsoft e Palantir – todas implicadas num sistema de vigilância que, segundo o mais recente relatório da ONU From economy of occupation to economy of genocide, configura um verdadeiro apartheid digital.
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Start-Up de Vigilância: Como o Vale do Silício Alimenta o Apartheid Digital em Gaza

Gaza, hoje, é mais do que uma zona de guerra: é um laboratório distópico de vigilância massiva, onde a tecnologia da Big Tech serve de espinha dorsal a uma arquitectura de controlo racial e militar. O relatório das Nações Unidas From economy of occupation to economy of genocide denuncia de forma inequívoca a cumplicidade de empresas como Google, Amazon, Microsoft e Palantir num sistema que ultrapassa largamente os limites da ética tecnológica. Em vez de promoverem a conectividade e o progresso, estas corporações alimentam um modelo de apartheid digital.
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